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Benefícios das Ostras

As ostras são o alimento mais rico em zinco, fornecem ao corpo humano uma série de nutrientes e minerais que posteriormente, resultam em alguns grandes benefícios à saúde.

Além disso,elas podem melhorar a circulação do sangue, e aumentar a força do osso para reduzir a ostrasosteoporose.

  • Perda de Peso: Ostras representam um dos mais nutrientes embalados, e com as mais baixas calorias em relação ao volume do tamanho da porção. Isso significa que pessoas que tentam perder peso pode manter seu corpo completo com os nutrientes de que necessita, sem adicionar muito calorias.
  • Proteínas: As proteínas são algumas das partes mais essenciais da nossa dieta, e ostras são uma fonte muito forte. As proteínas são muitas vezes discriminados por atividade enzimática do corpo, e, em seguida, reconstruída em proteínas humanas utilizáveis em todas as partes do corpo. Ele garante atividade metabólica, reparação tecidual, o crescimento celular, a força muscular, e uma grande variedade de outros aspectos necessários para saúde humana. A quantidade de proteína na dieta não pode ser exagerada, e uma única porção das ostras fornece quase 1/3 da necessidade diária.
  • Saúde do Coração: É possível reduzir o teor do mal colesterol no sangue e inibir a sua ligação com vasos sanguíneos e nas paredes das artérias. Desta forma, reduz-se a probabilidade de acumulação da placa e uma variedade de complicações na saúde, incluindo a doença cardiovascular.
  • Além disso, o teor elevado de potássio e de magnésio nas ostras pode ajudar a reduzir a pressão arterial e relaxam os vasos sanguíneos, aumentando, assim, a circulação e oxigenação do sangue e reduzir a pressão sobre o sistema cardiovascular, como um todo.
  • Cicatrização: Os inéditos níveis de zinco encontrados nas ostras resultar em uma série de benefícios à saúde, incluindo as taxas de cicatrização das feridas mais rápido, e impulsiona o sistema imunológico contra várias infecções e micróbios.
  • Saúde Óssea: Os minerais encontrado nas ostras é bastante impressionante, e também é um dos principais contribuintes para a força de seus ossos. Os altos níveis de cálcio, fósforo, zinco, ferro, cobre e selênio, todos contribuem à sua maneira para o aumento da densidade mineral óssea e durabilidade, protegendo assim o seu desenvolvimento de doenças como a osteoporose.
  • Circulação do Sangue e Volume: Ostras também são uma impressionante fonte de ferro, com mais de 90% das nossas necessidades diárias em cada porção.

Que tal incluir esse rico alimento em seu cardápio?

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Comer peixe torna o cérebro mais saudável

Comer peixe melhora a saúde do cérebro, aumentando a massa cinzenta e estimula a memória. No entanto, a forma como o alimento é cozinhado influência os efeitos no corpo humano. Quando se come beneficios-do-peixe-para-a-saude-4peixe frito, as consequências não são tão benéficas.

O estudo publicado no ‘American Journal Preventive Medicine’ (‘Jornal Americano de Medicina Preventina’, em português) concluiu também que o aumento de massa cinzenta e o estímulo da memória são alcançados mesmo que se coma peixe apenas uma vez por semana.

Além do peixe, as nozes têm propriedades que impedem o envelhecimento do cérebro.

Neste estudo do ‘American Journal Preventive Medicine’ participaram 260 pessoas que partilharam os seus hábitos alimentares. Quem comia peixe assado ou grelhado todas as semanas tinha mais massa cinzenta no cérebro.

O aumento do número de pessoas que sofrem de Alzheimer tem conduzido vários estudos que pretendem confirmar se as alterações no estilo de vida das pessoas podem evitar o surgimento da doença.

Ministério da Saúde recomenda consumo de peixe duas vezes por semana!

Cada brasileiro comeu em média 9 quilos de peixe em 2009, um aumento de quase 40% em relação aoGrilled Fish Entree in Barcelona consumo verificado em 2003 (6,46 quilos), fazendo o País se aproximar do patamar de consumo considerado ideal pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 12 quilos por habitante/ano.

O Ministério da Saúde recomenda o consumo de peixe duas vezes por semana. A ingestão regular de pescado oferece ferro, vitaminaB12, cálcio e aminoácidos essenciais que auxiliam na constituição de proteínas. As substâncias contidas no pescado apresentam baixo teor de gordura.

De acordo com a médica endocrinologista Dra. Claudia Chang, além de ser fonte de proteína, o peixe apresenta uma série de vantagens à saúde. Sua principal ação seria antioxidante e de auxílio na prevenção dedoenças cardíacas.

Segundo a médica, os peixes, principalmente os de águas profundas como o salmão e o atum, são fonte de ácidos graxos ômega-3 que têm a propriedade de aumentar o colesterol bom HDL. Com isto há o fator de proteção a doenças cardiovasculares, principalmente infarto e derrame.

Com todos esses benefícios, comer peixe se tornou muito mais saboroso!

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Peixe: um rico alimento!

peixe está no topo da lista quando se trata de uma alimentação saudável, rica em proteínas. Isso todo já deve ter ouvido falar, mas o que muitos devem se perguntar é o por quê disso?

Não é novidade que uma dieta equilibrada deve incluir porções semanais de pescados. Segundo aesps-peixe-porque-sim American Heart Association, o ideal é consumir esse alimento ao menos duas vezes por semana, especialmente os peixes de água fria, como salmão, truta e bacalhau, porque estão associados à redução da incidência de doenças cardiovasculares.
Peixe, porque sim!

Um estudo divulgado em agosto de 2008 pela Universidade de Pittsburgh (Estados Unidos) mostra que o alto consumo de peixes no Japão pode diminuir o número de ocorrência de doenças cardíacas, pois substitui os alimentos ricos em gordura saturada ou trans, como carnes gordurosas e laticínios integrais.

Além da escolha da espécie mais nutritiva, é necessário acertar no preparo para que não se percam vitaminas e para que o alimento não ganhe gordura. O método de preparo deve evitar a utilização de gorduras saturadas e trans.

O melhor é optar pelo cozimento no forno ou na grelha. Quem prefere o peixe frito pode prepará-lo de vez em quando, com pouco óleo vegetal numa frigideira, mas as melhores opções são as preparações assadas, cozidas ou grelhadas”, explica Eneida Ramos, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

O método de preparo deve evitar a utilização de gorduras saturadas e trans. O melhor é optar pelo cozimento no forno ou na grelha.

Na hora de comprar

A indústria de alimento oferece cada vez mais opções de alimentos congelados e semiprontos. Apesar do avanço tecnológico, no que diz respeito à conservação dos alimentos, na hora de comprar peixe, a atenção com a qualidade deve ser redobrada. “Esse é um produto de origem animal que se deteriora com muita facilidade”, lembra a nutricionista.

Confira as propriedades de alguns peixes de águas doce e salgada.

Espécies de rio

Truta: excelente fonte de ômega 3, que auxilia no controle do colesterol. É um peixe saboroso e muito apreciado.
Pacu: a carne, quase sempre sem espinhas, é saborosa, porém gorda e um pouco indigesta.
Pintado: carne saborosa, leve e com baixo teor de gordura. Não é muito rico em proteínas, mas é benéfico quanto à digestão.

Espécies do mar

Salmão: de carne rosada, rico em ácido graxo e ômega 3. Favorece o controle do colesterol.
Pescada: muito consumido no Brasil, por seu sabor delicado, pelas poucas espinhas e pelo baixo custo. Se a preparação for frita, o valor calórico aumenta.
Badejo: com pouca gordura e com baixo teor de colesterol.
Robalo: tem a carne branca e magra. Com isso, é leve e de fácil digestão.
Bacalhau: boa fonte de ômega 3. Geralmente é importado da Noruega e de Portugal; tem a carne branca e saborosa. O cuidado no preparo é a retirada do excesso de sal das postas, deixando-as de molho por pelo menos 10 horas, trocando a água a cada 1 hora. O consumo não é recomendado para pessoas com hipertensão arterial.
Atum: rico em proteínas, vitaminas e minerais, contribui para a formação muscular e previne doenças do coração, já que também é uma boa fonte de ômega 3.
Sardinha: rica em vitaminas A e D, é de fácil digestão. Sua carne, de cor azulada, contém mais nutrientes que a dos peixes de carne branca.

Mitos e verdades

Crendices populares ou hábitos regionais ditam muitas vezes o consumo de um peixe e eliminam o preparo de outros.

Confira algumas dúvidas respondidas pelos especialistas do Einstein.

Enlatados ou in natura?

Em geral, o produto fresco tem qualidade nutricional superior à daquele pronto para o consumo. Nos casos do atum e da sardinha, mesmo na forma enlatada, continuam sendo fonte de ômega 3. A dica é optar pelo produto preparado em água e sal, mais saudável do que a versão em óleo.

Gestante pode comer peixe?

As gestantes devem ter cuidado redobrado na escolha do pescado, uma vez que o peixe é um alimento de fácil contaminação e que se deteriora rapidamente. O local da compra deve ser confiável, de qualidade. Outro aspecto a ser considerado pelas grávidas é evitar o consumo de peixes de couro, como o bagre e o pintado, que têm maior risco de contaminação por metais pesados, como o mercúrio. Os peixes com escamas e barbatanas são mais seguros.

 

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Peixe: Não deixe de fora do seu cardápio!

O consumo de peixe vem crescendo no país, mas ainda é pouco levando em conta os benefícios que o peixe oferece para a saúde.

O peixe é uma adição excelente a qualquer dieta saudável. Geralmente o teor de gordura é baixo, fazendoa284a0bfcf728158036adac827375075 dele uma ótima opção de proteína. E mesmo aqueles que contêm um percentual maior de gordura não deixam de ser indicados, pois a gordura é a boa. Isso é importante quando se trata da saúde do seu coração e dos vasos sanguíneos.Ironicamente, em termos nutricionais, peixe gordo é melhor do que peixe magro, por conter mais ácidos graxos ômega 3, muito indicados para a sua saúde.

Comer peixe no lugar de carne vermelha ou de ave geralmente significa menos gordura total, desde que o preparo destas carnes seja o mais light possível – passando longe da fritura, empanados, molhos a base de creme de leite e por aí vai.

Praticidade
Podemos começar por aí. Muita gente não sabe, mas você não precisa comprar peixe fresco para ter os benefícios oferecidos pelos ácidos graxos ômega 3. Os peixes enlatados como o atum, a sardinha e o salmão oferecem os mesmos ácidos ômega 3 que os peixes frescos.

Dicas de preparo
Preparar o peixe sem adicionar muita gordura é simples. O segredo para manter a carne do peixe úmida e saborosa reside em aproveitar os sucos e a gordura natural. A regra número um é preservar a umidade. Em termos práticos, isso significa evitar o fogo direto, especialmente quando preparar peixe magro. Cozinhar no vapor, com vegetais ou um molho que mantenha o peixe úmido, também ajuda a manter a carne macia. Já os métodos de cozinhar em calor seco, tais como assar e grelhar, funcionam bem para os peixes gordos.

Um pouco sobre cada método de preparo

Empanado
A combinação de farinha, ovo e óleo fervendo para fritar não faz desse o melhor do métodos –apesar de ser uma delícia. Para aliviar as notas, opte por assar o peixe no forno, ao invés de fritá-lo em gordura.

Frito
Deve ser evitado ao máximo, porque o peixe absorve muita gordura na hora de fritar. Escorrer em papel toalha achando que vai ficar sequinho é uma ilusão…

Grelhado ou assado
Opção fácil e saudável, mas que depende um pouco da criatividade na hora de temperar (para aquelas pessoas que não gostam muito do gosto natural do peixe). Uma dica maravilhosa é acrescentar azeite extra virgem sobre a carne do peixe quando ele já estiver servido, pois o sabor adocicado do azeite combina perfeitamente com o do peixe. E você está ingerindo o azeite na sua melhor forma: frio, sem ter passado por processo de aquecimento

Ensopado
Excelente alternativa magra, desde que os ingredientes do ensopado sejam mais leves, como legumes, verduras e caldos desengordurados. Ensopados que levam leite de coco, azeite de dendê, creme de leite e outros ingredientes gordurosos acabam tornando o prato bastante calórico. Se for utilizar estes ingredientes, procure buscar as versões menos calóricas: tirando o dendê, os demais podem ser encontrados em versões light, com menos notas.

Embora a grande maioria das pessoas saiba que o consumo de peixe é mais indicado do que o de carne de vaca ou frango, na prática a realidade é outra. Enquanto que a média do consumo de peixe por brasileiros é de 9 quilos por ano, a ingestão de carne de vaca ou frango é de 40 quilos! Não estamos dizendo que é para deixar de lado aquela carne assada ou o franguinho ensopado que só a sua mãe sabe fazer. Até porque, infelizmente, o preço do peixe no Brasil ainda está longe de ser o ideal. Mas se você não tiver problemas financeiros, ou mora na beira da praia e tem um vizinho pescador, ou então consegue viajar em fins de semana para lugares onde o pescado é alimento típico da região, não deixe ele de lado. Ele pode fazer maravilhas por você.

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Peixe: mais saudável que carne vermelha

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Alguma vez você já deve ter se perguntando o que muitas pessoas se perguntam: O que é mais saudável? Carne vermelha ou peixe? A resposta é: Sem dúvida, o peixe!

Qualquer tipo de peixe, mesmo os mais calóricos são mais saudáveis que qualquer tipo de carne vermelha, mesmo as mais magras. O peixe tem a carne mais saudável que existe, ele é rico em proteínas, nutrientes e ômega 3. O tipo de gordura presente nele faz com que seja um produto que deve ser consumido semanalmente. Peixe é um alimento de baixo valor calórico e alto valor nutricional.

 

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Peixe na alimentação é saúde !

mais magro

Muito se fala da importância de se alimentar de peixe, e de como devemos incluir nas refeições ele e seus derivados.Algumas pessoas não gostam de se alimentar de peixe por causa do cheiro, mas o ele é um animal essencial para se ter uma vida saudável, e o ideal é que pelo menos seja ingerido duas vezes por semana.

Além de saboroso, o consumo de peixe é muito nutritivo e deveria estar sempre em nossa alimentação. Para começar, o peixe é rico em proteínas como qualquer outra carne. Por isso quem quer deixar de lado a carne vermelha, estará bem nutrido comendo peixe. Além disso, tem grandes quantidades de minerais como cálcio, fósforo, iodo e cobalto. E é também fonte de vitaminas A, B e D.

E a melhor notícia é que peixe tem pouca gordura. É claro que existem as espécies mais gordurosas, mas em geral o peixe tem bem menos gordura que a carne vermelha e o frango e isso faz com que sua digestão seja mais rápida.

Peixe é ótimo pra quem quer perder peso e controlar o colesterol no sangue. Algumas espécies de peixes, principalmente as de água fria, são ricos em ômega-3, que é um tipo de gordura, bastante benéfica para a saúde.

O ômega-3 diminui o risco de doenças cardíacas, aterosclerose (endurecimento das artérias), e ajuda nas informações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosas.

E por agir nas células nervosas, o ômega-3, encontrado nos peixes ainda pode ajudar no tratamento de depressão, ansiedade e problemas do sono.

Esse tipo de gordura auxilia, ainda, no tratamento da pressão alta, na coagulação do sangue, no alivio das dores causadas pela artrite reumatoide, na proteção da pele contra raios ultravioleta e inflamações.

Por isso o peixe é um excelente alimento no desenvolvimento escolar das crianças (juntamento com carne de boi e frango), assim que esta começar a receber alimentos complementares (em torno de  meses de idade), exceto se houver história familiar de alergia a peixe. Nesse caso, sua introdução pode esperar mais um pouco e quando realizada deve ser ofertada um tipo de peixe de cada vez e a criança fica sob observação. Uma ótimo alternativa é o cação, devido não ter espinhos. A introdução de peixe na alimentação da criança é importante para garantir o suprimento de ferro de boa disponibilidade e proteger-lhes de risco de anemia.

Peixe gordo previne cegueira

olho humanoInvestigações publicadas na revista Archives of Ophthalmology revelam que uma dieta regular com alto teor de gordura poli-insaturada, presentes sobretudo em peixes como a sardinha, salmão ou atum pode prevenir a cegueira em idade avançada, segundo dois estudos científicos. Os trabalhos publicados na semana passada na revista Archives of Ophthalmology, abordam em especial a maculopatia, relacionada com idade. Uma causa de perda de visão que pode resultar da retinopatia diabética.

Um dos estudos acompanhou 681 idosos norte-americanos e comprovou que os que comiam peixe duas vezes por semana apresentavam em 36% um menor risco de degeneração macular. O outro, realizado na Austrália acompanhou 2.335 pessoas com mais de 49 anos durante 5 anos, tendo concluído que o consumo de peixe pelo menos uma vez por semana reduziu em 40% os riscos da doença. Aguardam-se para daqui 5 anos o resultado de outro estudo, em curso nos Estados Unidos sobre o efeito da ingestão de óleo de peixe e de luteína, um anti oxidante natural sobre a “macula lutea”.

Peixe na alimentação é saude

Peixe saudavel

Muito se fala da importância de se alimentar de peixe, e de como devemos incluir nas refeições ele e seus derivados.Algumas pessoas não gostam de se alimentar de peixe por causa do cheiro, mas o ele é um animal essencial para se ter uma vida saudável, e o ideal é que pelo menos seja ingerido duas vezes por semana.

Além de saboroso, o consumo de peixe é muito nutritivo e deveria estar sempre em nossa alimentação. Para começar, o peixe é rico em proteínas, como qualquer outra carne. Por isso, quem quer deixar de lado a carne vermelha, estará bem nutrido comendo peixe. Além disso, tem grande quantidade de minerais, entre eles cálcio, fósforo, iodo e cobalto, e é também fonte das vitaminas A, D e B.

E a melhor notícia é que peixe tem pouca gordura! É claro que existem algumas espécies gordurosas, mas, em geral, o peixe tem bem menos gordura do que carne vermelha e frango, e isso faz com que sua digestão seja mais rápida.
E peixe é ótimo para quem quer perder peso e controlar o nível de colesterol no sangue! Algumas espécies de peixe, principalmente aqueles de água fria, são ricos em ômega-3, que é um tipo de gordura bastante benéfica à nossa saúde.

O ômega 3 diminui o risco de doenças cardíacas, aterosclerose (endurecimento das artérias) e ajuda nas inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosas.

E, por agir nas células nervosas, o ômega-3, encontrado no peixe, ainda pode ajudar no tratamento da depressão, ansiedade e problemas de sono.

Esse tipo de gordura auxilia, ainda, no tratamento da pressão alta, na coagulação do sangue, no alivio das dores causadas pela artrite reumatóide, na proteção da pele contra raios ultravioleta e inflamações.

Por isso, o peixe é um excelente alimento para o desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes e não pode faltar na alimentação dos idosos, já que diminui o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer, demência e cansaço mental.

Pode ser introduzido na alimentação da criança (juntamente com carne de boi e frango) assim que esta começar a receber os alimentos complementares (em torno de 6 meses de idade), exceto se houver historia familiar de alergia a peixe. Neste caso, sua introdução pode esperar mais um pouco e, quando realizada, deve ser ofertado um tipo de peixe de cada vez e a criança ficar sob observação. Uma ótima alternativa é o cação, devido não ter espinhos. A introdução de peixe na alimentação da criança é importante, para garantir o suprimento de ferro de boa disponibilidade e proteger-lhe do risco de anemia.