Atum bate recorde de distância percorrida

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Marcado por um pescador em colaboração com investigadores, Atum viajou a maior distância registrada até agora.

Quando foi capturado em Outubro de 2006, no País Basco, a albacora, um atum de barbatana dorsal amarela, de um ano de idade, ainda não estava destinado a morrer.
Ao invés, recebeu uma etiqueta, numa campanha de marcação de peixes e foi devolvido ao mar.

Seis anos e meio depois, e mais de 6300 km percorridos, a albacora foi encontrada ao largo da Venezuela, garantindo-lhe o recorde da maior distância percorrida por um Atum, segundo os dados da Comissão Internacional para a conservação dos Atuns Atlânticos (ICCAT, na sigla inglesa).

A albacora (Thunnus alalunga) é um atum que vive em alto mar, preferindo profundidades que rondam 300 metros. São encontradas em todas as águas tropicais e temperadas, sendo conhecidas por percorrerem longas distâncias e por atingirem velocidade de 80 km/h. Muitas vezes deslocam-se em grandes cardumes predadores, que podem chegar a 30 km de largura, com outras espécies de Atum.

Festa do Camarão em Natal

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Festa do Camarão é uma iniciativa para essa iguaria do mar em Natal. Começou sexta-feira (15) e se estenderá até 30 de dezembro. Organizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel)  do RN, reúne cerca de 50 restaurantes locais que terão o desafio de oferecer um prato inédito à base de Camarão.

“A festa do camarão é um atrativo a mais pra quem mora na cidade e para os turistas. Afinal, serão 45 dias de uma grande variedade de pratos gostosos. O evento será uma antecipação da alta estação e também agrega a simpatia do povo nordestino com as delícias da culinária”, afirmou Max Fonseca, presidente da Abrasel local.

O camarão é a estrela da gastronomia potiguar e faz sucesso entre os visitantes do mundo inteiro.

Para mais informações <www.rn.abrasel.com.br>

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Peixes no Rio São Francisco

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Com o objetivo de aumentar o povoamento e conservar o sustento dos pescadores, dez mil peixes das espécies Curimatã e Pacu foram soltos na última quarta-feira (13) no Rio São Francisco durante uma ação ambiental, em Iguatama (MG).

Para realizar o trabalho, que contou com a ajuda dos moradores, foram usadas três canoas. Antes de serem soltos, os peixes foram habituados ao clima da água, que é um dos cuidados para conservar as espécies.

A ação foi realizada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente em parceria com a Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

O Rio São Francisco tem aproximadamente 2.800 km de extensão e passa por 5 estados Brasileiros. A cidade de Iguatama é a primeira a ser banhada pelo rio e lá tem cerca de 300 famílias que vivem da pesca.

fonte: G1

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Peixes contêm flúor para combater a cárie

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As descobertas sobre os benefícios que o consumo de peixes trazem para a saúde são cada vez maiores e mais surpreendentes, dessa vez é sobre o flúor que é encontrado neles.

O flúor é um aliado no combate à cárie. Ocorre que muitos mitos circulam de boca em boca sobre o uso da substância. Para esclarecer os pontos principais, a cirurgiã-dentista, Thais Paragis Sanchez, do Instituto Israelita de Responsabilidade Social Albert Einstein, fala sobre o assunto.

 Na boca, ocorre um processo chamado ‘des-re’ (desmineralização-remineralização) do dente. A desmineralização é a perda de minerais, que normalmente acontece quando a pessoa ingere alimentos açucarados e não escova os dentes. Já na remineralização, o flúor da saliva liga-se ao esmalte do dente e ocupa os micro espaços do esmalte, como uma espécie de ‘tampa’.

Adultos e crianças precisam de flúor para que esse efeito preventivo funcione. Mas não é apenas o dentista que tem a substância disponível para combater a cárie. O flúor também é encontrado em alguns alimentos, como os peixes. O dentista entra em cena para aplicar a substância apenas quando há alto índice de cáries.

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Como o Salmão volta ao seu rio de origem para procriar?

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Os cientistas ainda não descobriram totalmente como funciona o incrível senso de orientação desses peixes que conseguem nadar centenas ou milhares de quilômetro pelos oceanos antes de voltarem ao rio onde nasceram.

Várias hipóteses já foram levantadas para explicar o fenômeno, como possíveis direcionamentos dados pelas correntes marítimas, pelas diferenças de temperatura da água e até mesmo pela incidência dos raios solares no trajeto percorrido por eles. Hoje em dia, uma das teorias mais aceitas é a de que o Salmão encontra o caminho de casa usando dois fatores: o magnetismo da Terra e seu sistema olfativo.

“Acreditamos que, quando ainda está no oceano, o salmão ainda consegue se orientar por meio do campo magnético do planeta. Quando eles identificam o rio pelo qual alcançaram o mar, passam a usar o olfato até encontrar o curso d’água de origem”, afirma o biólogo Lyman Thorsteinson, do Centro Ocidental de pesquisa dos peixes, em Seattle, nos EUA.

Isso só é possível porque o salmão é dotado de um sistema olfativo altamente desenvolvido, capaz de diferenciar o odor dos diferentes tipos de solo e de vegetação presentes nos rios.
“Cada curso d’água possui características químicas únicas, que funcionam como uma impressão digital e o salmão retém na memória a assinatura química do lugar onde nasceu”, diz o ictólogo (especialista em peixes) Ricardo Macedo Correia e Castro, da Universidade de São Paulo (USP).

É importante lembrar que o curso de volta contra a correnteza é penoso e apenas uma porcentagem dos peixes atingir seu objetivo e mesmo os poucos que conseguem procriar dificilmente retornam para o mar. A grande maioria dos heroicos sobreviventes dessa fantástica travessia, morrem onde nasceram.

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Peixe que se protege com a mímica

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Uma filmagem submarina realizada na Indonésia por cientistas mostra como um peixe se associa a um polvo-mímico e se camufla com as mesmas cores do molusco contra possíveis ataques de predadores.

As imagens captadas por Godehard Kopp, da Universidade de Gottingen, na Alemana, mostra que o peixe adotou características físicas (cores e listras) e também imita o movimento dos tentáculos do polvo. O caso, classificado como “mimetismo oportunista”, seria uma forma do peixe se aventurar por regiões do fundo do mar em busca de alimento.

O peixe da espécie Stalix cf. histrio passa a maior parte da sua vida perto de uma toca de areia, para onde ele recua rapidamente após avistar um predador.
Já o polvo-mímico tem este nome porque ele consegue imitar rapidamente algumas espécies marinhas, mudando sua cor e adaptando aos movimentos.

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Peixe-remo, sinal de tragédia?

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Na costa sul da Califórnia, EUA, a aparição de um peixe-remo gigante deixou a população temerosa, pesquisadores afirmam que o peixe-remo é uma espécie que habita águas mais profundas. É muito rara a possibilidade de ver um animal desses na vida cotidiana. O que torna o encalhamento do peixe mais inusitado é que a poucos dias outro animal da mesma espécie aparaceu na mesma situação.

Os moradores do local estão assustados, pois segundo uma crença japonesa o peixe-remo é um “mensageiro do palácio do deus do mar”, e que sempre após suas aparições acontecem eventos naturais catastróficos. Coincidência ou não pouco depois do terremoto de Tohoku que acometeu a costa do Japão e deu origem a um tsunami devastador em 2011, cerca de 20 peixes-remo surgiram nas praias da vizinhança. O mesmo fenômeno ocorreu no Chile antes do terremoto que registrou 8,8 de magnitude em março de 2010.

Aos moradores da costa sul da Califórnia só resta esperar e ver o que sucederá a estas aparições.

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Colesterol alto é combatido com peixe na alimentação e exercícios físicos

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Uma alimentação balanceada sem excessos associada à atividade física pode ter um efeito protetor eficaz aos níveis de colesterol elevado. E um alimento muito indicado para se ingerir é o peixe.

Uma dieta saudável implica em diminuir a ingestão de alimentos gordurosos. A carne gorda e derivados com salame, salsicha, linguiça, presunto, manteiga, ovos e outros têm um nível alto de colesterol.

Já o consumo de alimentos essenciais, como peixes, exemplo: atum, truta, sardinhas e bacalhau são benéficos no ponto de vista do colesterol bom e que, portanto, oferece um efeito protetor.

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Pescador de Vitória encontra cação de duas cabeças

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O pescador Manoel de Jesus Santos, fisgou uma fêmea de cação pesando 80 quilos no litoral do Rio de Janeiro. O detalhe é que ela estava prenha de nove filhotes e um deles tinha duas cabeças. O filhote de cação de duas cabeças foi descoberto durante a limpeza dos peixes. Dos nove filhotes, apenas o de duas cabeças estava morto.

Salmões cruzando rodovia alagada nos EUA

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Já imaginou encontrar salmões em uma rodovia alagada? Não precisa nem tentar imaginar, isso aconteceu de fato!Parece mentira mas não é!

Salmões foram fotografados cruzando uma rodovia alagada pelo rio Skokomish, no estado de Washington (EUA), segundo a emissora de TV “Komo News”.