Contagem de peixes

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Mergulhadores fizeram nesta quarta-feira (8) a contagem anual de peixes e animais marinhos do aquário de Oberhausen, na Alemanha. Eles mediram e catalogaram tartarugas marinhas, arraias e as mais variadas espécies de peixes. Ao todo, o aquário tem uma capacidade de 1,5 milhão de litros de água e mais de 1.800 animais.

Nas fotos, mergulhadores medem o tamanho de um peixe e analisam uma tartaruga.

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A intimidade ajuda

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Cientistas associam neurônio à escolha de companheiro por peixes.
Neurônios TN-GnRH3 são ativados quando fêmea reconhece macho. Atividade libera moléculas que tornam a fêmea aberta a relacionamento. As células nervosas dos peixes desempenham um papel importante na liberdade das fêmeas em acasalar com machos que já conhecem. Esta é a descoberta de estudo conduzido por cientistas japoneses e publicada na revista “Science”.

Segundo os pesquisadores, em várias espécies de vertebrados a familiaridade social afeta a preferência feminina de acasalamento. Os pesquisadores monitoraram o tempo em que o peixe-arroz japonês, também conhecido como medaka, demora para acasalar desde a primeira tentativa de cortejo. Em peixes que tenham se visto uns aos outros antes de interagir este tempo é menor, comparado com aqueles que não se viram.

Ao estudar os neurônios nos cérebros desses animais, os cientistas mostraram que quando uma fêmea reconhece um macho os neurônios TN-GnRH3 entram em atividade. Segundo os especilistas, os neurônios ficam minimamente ativos na maioria do tempo, “silenciando” o interesse de uma fêmea em um macho que nunca viu. No entanto, quando ela avista um macho que já conhece, a familiaridade visual inflama a atividade dos neurônios.

Por sua vez, a atividade destes neurônios libera ao cérebro uma enxurrada de moléculas conhecidas como peptídeos, que tornam a fêmea mais aberta a um relacionamento. Portanto, os TN-GnRH3 servem como uma espécie de portão para ativar as preferências de acasalamento e influenciam na escolha do companheiro para acasalar.

Praia do Forte

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A Praia do Forte é um esconderijo no Norte da Ilha de Santa Catarina. Água verde e de temperatura ideal, a tranquilidade que passa o mar calmo é uma boa escolha para aqueles que precisam fugir do fervo encontrado em outros locais da Capital.

O visitante que refrescar os pés na beira da água e mirar o horizonte irá ver o mar com uma faixa de pouca profundidade, formando piscinas naturais límpidas. A areia clara é enfeitada com conchas pequeninas e pedras maiores colocadas estrategicamente pela natureza.

Três restaurantes principais vendem o cardápio tradicional de frutos do mar. Quem quiser comprar comida pode visitar o rancho posicionado logo na entrada, onde o pescador Vilmo Andrade limpa as ostras. A criação acontece ali mesmo, perto da área de banho.

Fortaleza de São José da Ponta Grossa, construída em 1740 com projeto do Brigadeiro Silva Paes. O forte controlava as embarcações que chegavam ao litoral catarinense. A construção é antiga, um verdadeiro museu com canhões e artigos de proteção daquela época.

A vista também é privilegiada e rende fotos panorâmicas dignas de um porta-retrato para lembrar Santa Catarina.

Caminho do Dourado do Rio

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Pesquisadores estão usando muita tecnologia para proteger um peixe dos rios da Serra da Bodoquena, no Pantanal.

Conhecer o deslocamento do Dourado do rio é o primeiro passo para proteger a espécie. A marcação é para saber como é essa ligação de um ambiente com o outro.

“Entender onde vivem esses peixes, em que época do ano eles estão mais para a região das cabeceiras, mais para a planície e associar isso a ciclos reprodutivos. Para ver o deslocamento, onde eles vivem em determinadas épocas do ano e associar isso a programas de conservação”, aponta José Sabino, biólogo.

Os pesquisadores têm uma licença especial para essa captura. Na caixa água com óleo de cravo, um anestésico natural. O peixe é medido e pesado. O centro cirúrgico é na margem do rio mesmo. O transmissor vem revestido com uma resina biocompatível, protege o peixe de infecções. Os pesquisadores não podem demorar muito, porque o peixe não resiste tanto tempo fora da água.

Enquanto a cirurgia é feita, ele continua recebendo água com uma menor concentração de anestésico e também água pura. Aos poucos eles vão despertando e serão devolvidos ao rio.

A recuperação é feita dentro da água. Meio grogue, ele desperta. O fio na barriga é a antena e emite sinais de rádio.

“Essa marca emite um sinal a cada 5 segundos e nós conseguimos captar o sinal desse peixe, que é codificado, a gente sabe qual indivíduo está ali, naquele momento”, Lisiane Hahn, bióloga.

O monitoramento também é feito de barco. Uma pesquisa semelhante na fronteira com o Uruguai acompanhou peixes por mais de 700 quilômetros a partir do ponto da marcação. Agora esse caminho do Dourado será feito até o Pantanal.

Noel Aquático

Em mergulho, Papai Noel posa em meio a peixes nos EUA. Guaiubas e peixes-anjo apareceram para compor o retrato. Imagem foi registrada em santuário marino em Flórida Keys.

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Canal da Barra da Lagoa

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O Canal da Barra da Lagoa, ligação entre a praia da Barra da Lagoa e a Lagoa da Conceição, em Florianópolis, traz diversas opções de restaurantes, com degustação de frutos do mar. Os estabelecimentos ficam abertos durante o dia todo, inclusive, para jantar.

Os pratos mais pedidos são os peixes grelhados, o camarão na moranga e as ostras. Já o aperitivo mais apreciado é o bolinho de siri. Além da gastronomia, há diversas opções de lazer no canal. “A água é bem limpa e o pessoal toma banho, pratica stand-up, vem de barco. A região é bem interessante para a prática de esporter náuticos”, comenta Daniel Antonio Ramos, dono de um dos restaurantes do canal.

Segundo ele, a dica é frequentar a região também no final da tarde. “Se for à noite, é ainda melhor. A água fica espelhada e o visual é mais romântico, mais aconchegante, além de não ter o agito normal do dia”, explica.

Lapesca
cada dia melhor

Macho pesca fêmea

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A técnica de usar um alimento como isca para atrair o peixe não é exclusiva dos pescadores humanos. Pesquisadores suecos descobriram uma espécie de peixe em que o macho usa uma isca como ornamento para atrair a fêmea para perto de si.
O Corynopoma riisei é um peixe tropical, parente da piranha, que vive na água doce perto do Caribe, em países como Venezuela e Trinidad e Tobago.

A equipe de Niclas Kolm, da Universidade de Uppsala, descobriu que os machos dessa espécie usam um ornamento parecido com uma formiga para atrair as fêmeas. Nos locais em que as formigas são mais apreciadas como um alimento, a técnica é mais usada e funciona melhor.

“É um exemplo natural de uma isca projetada para maximizar a chance de pegar um peixe”, afirmou Kolm. “Nesse caso, não se trata de qualquer peixe, no entanto. É um peixe do sexo oposto”, explicou.

Para os pesquisadores, o estudo mostra ainda um bom exemplo de como os animais conseguem formas avançadas de comunicação entre si. Esse processo, segundo os autores, leva os animais a se diferenciarem, o que pode causar a separação suficiente para a criação de novas espécies.

Lapesca
cada dia melhor

Dançar debaixo d’água

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Dançar e tomar um drinque rodeado por peixes é possível no Subsix, um bar que fica inteiramente debaixo d’água nas ilhas Maldivas. O Subsix, que segundo seus proprietários é a primeira discoteca submarina do mundo, foi lançado no fim de 2012 e fica dentro do resort Niyama.bar-subsix-3

Situada a 500 metros da praia, no Oceano Índico, a construção onde fica a discoteca abriga também um restaurante na superfície.
O acesso à boate é feito por barco e depois por uma escada que fica dentro do restaurante e leva até o bar com pista de dança, localizado a seis metros de profundidade.

O ambiente tem janelas de vidro do chão até o teto, para que os clientes possam desfrutar da visão das criaturas marinhas nadando em volta.

Rota das Ostras

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O Cultivo de ostras próprias é um dos diferenciais dos restaurantes que compõem a Rota das Ostras em Florianópolis. Os amantes da gastronomia podem ter acesso à ostras frescas, recolhidas do mar na hora de serem consumidas. Nos bairros Ribeirão da Ilha e Santo Antônio de Lisboa, os visitantes podem curtir o visual, com mar azul e calmo, aliado ao sabor dos frutos do mar.

Na região, há restaurantes de diversos estilos: seja com mesas na beira da praia, com deques ou vista panorâmica, todos apostam na tranquilidade da região para proporcionar a experiência gastronômica.

Em Santo Antônio de Lisboa, Norte da Ilha, além da gastronomia, uma opção é ir no final da tarde assistir ao pôr do sol. Voltado para o lado Oeste, a região tem uma das melhores visões do fenômeno natural.
Em Ribeirão da Ilha, Sul da cidade, uma série de restaurantes podem ser encontrados na orla. Segundo o garçom de um dos estabelecimentos, os pratos mais pedidos são a ostra gratinada, o congrio rosa grelhado, o pastel de camarão e o pastel de berbigão.

Os bairros Sambaqui e Cacupé podem ser acessados pelo mesmo caminho, apenas seguindo a estrada. Os três bairros possuem restaurantes à beira-mar especializados em frutos do mar e também fazendas de ostras, facilmente visualizadas da estrada e dos restaurantes.

Quimicamente falando, a ostra possui bastante zinco, que auxilia na produção de testosterona, que aumenta o desejo sexual.
As ostras chegam pequenas e são chamadas de ‘sementes’. Elas são cultivadas em uma área conhecida como ‘berçário’ e depois são encaminhadas para as redes, até atingirem o tamanho para o comércio.