Olimpíada no Rio, pesca sustentável

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Apesar do consumo de peixe no Brasil ainda ser mais exceção do que regra, uma série de iniciativas começam a mudar o cenário do país, seguindo a tendência de países desenvolvidos.

Na terça-feira (10), o Comitê Organizador da Olimpíada do Rio de Janeiro de 2016 firmou um memorando de entendimento, juntamente com o governo do estado, no intuito de garantir que todos os peixes e frutos do mar servidos nos principais restaurantes e consumidos por atletas, jornalistas o organizadores durante os Jogos Olímpicos e a Paraolimpíada sejam certificados, ou seja, tenham sido comprovadamente capturados seguindo práticas sustentáveis.

Para levar a cabo o projeto, que deve abranger um número estimado de 14 milhões de refeições no período dos eventos, foram fechadas parcerias com entidades MSC (Marine Stewardship Council) e ASC (Aquaculture Stewardship Council) para possibilitar a certificação de pescarias, além de locais onde é praticada a aquicultura.

Para Laurent Viguie, gerente da MSC no Brasil, a iniciativa, que segue exemplo de Londres durante a organização da Olimpíada de 2012, “vai mudar completamente o panorama de sustentabilidade no estado do Rio”, além de servir de inspiração para outros estados Brasileiros.

(imagem meramente ilustrativa)

Lapesca
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