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Harmonização de Vinho e Comida: Dicas valiosas!

A harmonização de vinho e comida no Brasil não é algo comum desde os primórdios de nossa história, devido ao baixo consumo de vinhos entre nós, com isso adotamos a escola européia para tal e adaptamos uma série de pratos brasileiros típicos para melhor desfrutarmos destas delícias da vida.

Dicas de Harmonização de vinho

Dicas de Harmonização de vinho

Gostamos e consumimos muita carne, o churrasco já é uma instituição nacional, seja de carne vermelha, branca ou peixe.

Para fazer harmonização de vinho com as carnes vermelhas, o recomendado é o vinho tinto, mas em se tratando de Brasil, este tinto deve ser leve, pois temos dias muito quentes, com muito sol, e um vinho velho, ou encorpado dificultará muito a digestão. Estes “senhores vinhos” mais velhos e elaborados, merecem ser degustados em dias de temperaturas mais baixas ou amenas. Nós hoje produzimos e importamos milhares de marcas de vinhos que estão prontos a beber, ou seja, vinhos bons, jovens, que preferencialmente devem ser consumidos jovens, e dependendo do local onde estejam sendo consumidos, levemente refrescados, para que sejam mais agradáveis.

As picanhas, maminhas, fraldinhas, contras-filé, filé mignon e outras carnes vermelhas grelhadas e só temperadas com sal, aceitam bem a harmonização de vinhos tintos das uvas Merlot ou Carmenère. Sobre os primeiros, o Brasil é craque em produzi-los. Nossos Merlots são frescos e elegantes, e não são pesados. Os Carmenères do Chile são um capítulo à parte, vinhos de cor forte e aromas ora herbáceos ou defumados, casam-se muito bem com as carnes mais gordurosas.

Se for comer cupim, carne de porco com gordura, ou até mesmo deixar a picanha assar com sua capa de gordura, a harmonização de vinho jovem da uva Cabernet Sauvignon é a pedida. Este sim, muito herbáceo nos aromas, lembrando pimentão verde, tem um corpo médio, sente-se muito bem o preenchimento na boca, graças aos seus taninos jovens, que ajudam na digestão da gordura.

Se as carnes grelhadas forem brancas, como o frango, um bom espumante Brut é uma delícia, combinam bem e não provocam a sensação de estômago muito cheio, neste particular, os espumantes brasileiros são os mais recomendados.

As carnes de caça, ou exóticas como cordeiro,cabrito, javali,coelho,faisão, perdiz, pato e etc merecem uma harmonização de vinhos mais elaborados, finos e elegantes, de preferência de safras mais antigas, e neste particular os vinhos elaborados com as uvas Pinot Noir e Syrah são os ideais. Estes vinhos tem um aroma elegante e um corpo bem macio, que se casam bem com os sabores únicos destas carnes exóticas.

Para as saladas em geral, sempre sem vinagres nos temperos, os vinhos brancos de Sauvignon Blanc são ideais. Leves e frescos, com aromas de frutas tropicais, eles têm uma acidez ideal para acompanhar as saladas incrementadas com frutos do mar e vegetais em conserva.

Os peixes, exceto o bacalhau ao forno com tomates e pimentões, sempre aceitam uma harmonização de vinho branco, de preferência da uva Chardonnay, cuja acidez e corpo médio, realçam e harmonizam-se bem com os sabores delicados dos peixes. Os vinhos de Sauvignon Blanc, também se encaixam bem nesta escolha.

No geral, são os espumantes Brut um grande coringa para a harmonização de vinho e refeições, do churrasco a uma mesa requintada, com a alta gastronomia posta. Os espumantes têm a virtude da leveza, e da digestão fácil, além de ajudar na digestão das gorduras. Como este tipo de vinho deve sempre ser degustado gelado, esta imposição só nos ajuda perante o nosso clima, geralmente quente.

O mais importante é a liberdade de escolha, o vinho que lhe cai bem que é de seu gosto, passa a ser o melhor vinho do mundo, afinal, este vinho te satisfaz, e nada como sair feliz de uma mesa de refeição com o corpo e a alma satisfeitos!

Em nossa adega, oferecemos uma variedade de vinhos especialmente selecionados para atenderem os gostos dos mais exigentes clientes.
Conheça nossa adega.

Lapesca, cada dia melhor.
www.lapesca.com.br

Fonte: http://www.carloscabral.com.br/

Salmão selvagem X Salmão de criação: entendendo as diferenças!

Temos visto nos últimos tempos o surgimento de muitos textos comparando o Salmão selvagem com o Salmão de criação, que apontam supostos malefícios à saúde trazidos por essa forma de criação. Porem o que realmente é verdade nisso tudo? Quais as reais diferenças entre eles? Nesse post vamos buscar trazer informações coesas e comprovadas para que você, leitor, chegue à sua própria conclusão.

salmão de criação salmão selvagem

salmão fresco

Aquicultura

Primeiramente gostaríamos de esclarecer que peixe de aquicultura, não é pior e nem inferior ao peixe de pesca predatória.
Produtos oriundos de maus criadouros podem oferecer alguns riscos (se não forem bem manejados), podem ter qualidade nutricional diferente, ocasionados por um processo de criação ruim, assim como pode ocorrer o mesmo com frutas, verduras, bovinos e outras formas de produção de alimento.
Já os produtores sérios possuem muitos controles sobre a questão da qualidade da água e sanidade do pescado, esses produtores seguem padrões nacionais e internacionais de cultivo, para evitar problemas à produção e à saúde dos humanos que irão consumir esse peixe.

Salmão chileno

O salmão não é um peixe cultivado e nem pescado no Brasil, praticamente todo o salmão encontrado nos supermercados e peixarias no Brasil é importado do Chile, mais de 98% do salmão consumido no nosso país. Ele se popularizou muito no Brasil e em outros países por ser nutritivo, sem espinha e de sabor agradável. Além disso, aqui no Brasil houve uma boa aceitação da culinária japonesa no país, o que fez o peixe cair no gosto do brasileiro e inseri-lo em sua dieta.
No Chile, não existe salmão selvagem(nativo), mas são criadas duas espécies: o salmão do Atlântico, ou salar, e o salmão do Pacífico, ou coho. Além da truta arco-íris, da mesma família dos salmões.

Diferenças entre Salmão de criação e Salmão selvagem

O salmão de criação e o salmão selvagem podem ter diferenças sensoriais, nutricionais e de preço. A diferença de preço se dá, pois antigamente o salmão selvagem era abundante e podia ser pescado sem grandes problemas. Entretanto, a intervenção do homem no meio ambiente, como sobre a pesca, o aquecimento global, a poluição e a erosão de seu habitat natural, provocaram uma sensível queda nos estoques de salmão selvagem. Embora ainda existam quantidades sustentáveis de salmão selvagem no Alasca, os estoques de salmão selvagem inglês e irlandês estão ameaçados de extinção. Por isso, a criação de salmão  iniciada na década de 1980, mais conhecida como aquicultura, atualmente em franca expansão na costa da Escócia, na Noruega e, em especial, no Chile, fez com que o salmão de criação passasse a ser o tipo mais comumente encontrado nos supermercados e com um preço mais acessível.

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Veja na tabela abaixo as diferenças nutricionais entre os dois tipos de salmão:

salmão selvagem e salmão de cultivo

comparação entre salmão selvagem x cativeiro

Para a nutricionista Fabiane Alheira, colaboradora do Conselho Regional de Nutricionistas 4ª Região (CRN-4), é perigoso dizer que o salmão criado em piscicultura faz mal ou não à saúde, pois faltam dados científicos que permitam tal afirmação. De acordo com ela, o fato de os peixes adquirirem coloração rosada pela ingestão de pigmentos sintéticos não é motivo para alarme. O fato de ser sintético não significa que é ruim, assim como nem tudo que é natural é bom — ressalta Fabiane.

Alimentação do Salmão de criação

A ração tem vários ingredientes, entre eles, está um pigmento. É ele que dá cor à carne do salmão. Felipe Manterola, gerente geral da SalmonChile, a associação que reúne 17 indústrias, responsáveis por 85% da produção de Salmão do Chile, explica. “A cor do salmão selvagem é alaranjada porque ele come crustáceos na natureza. No cultivo, a alimentação recebe um pigmento chamado astaxantina. É seguro, não muda nada no produto. É um carotenóide similar ao que existe no tomate, na cenoura e nos camarões”.

Além do pigmento, outra polêmica é que a ração usa muita farinha e óleo de peixes silvestres. Ou seja, a produção de salmão estaria usando recursos naturais em demasia. “Antigamente o principal insumo do alimento era a farinha e óleo de peixe, mas hoje só 15% a 20% vêm de recursos naturais”, diz Felipe Manterola.

Segundo o veterinário Sérgio Carmona, presidente da Comissão Científica do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), muita da confusão em torno do salmão tem origem num caso de parasitose no peixe vindo do Chile, entre 2004 e 2005. Na ocasião, algumas pessoas que comeram o peixe contaminado cru adoeceram e as importações foram suspensas. Porém, essa situação foi solucionada e sabe-se que a indústria chilena toma todos os cuidados necessários para evitar o surgimento de qualquer outra doença no peixe, uma vez que a sua indústria hoje é focada e sobrevive nessa espécie.

Ou seja, é importante que sejamos críticos quanto à origem, fornecedor, manipulação e conservação do pescado. Devemos conhecer o estabelecimento onde compramos os nossos alimentos, cobrar a seriedade do trabalho do governo e empresas importadoras. O trabalho sendo feito de forma série não ocasionará nenhum problema e nenhum risco ao consumidor, assim como já ocorre com outras cadeias de proteína animal. É importante sempre buscarmos diferentes fontes de informações confiáveis, infelizmente como em todo ramo profissional existem bons e maus profissionais, por isso devemos ficar atentos, e acima de tudo, sermos coerentes em nossas decisões.

Como comprar salmão

Na Lapesca você irá encontrar o Salmão em diferentes cortes, filé porcionado para o seu dia a dia, com pele ou sem pele, filé inteiro para o seu salmão assado de final de semana e salmão defumado fatiado para uma deliciosa salada.

Fontes:
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2015/05/entenda-como-funciona-o-cultivo-do-salmao.html
http://portaldopescado.blogspot.com.br/2015/03/sera-mesmo-que-o-salmao-e-uma-farsa.html

É Carnaval!!

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Benefícios do peixe para a saúde

Os principais benefícios de comer peixe, além de ser uma alimento de fácil digestão, envolve melhorar a memória, a concentração, prevenir doenças cardiovasculares e aumentar as reações anti-inflamatórias do organismo porque o peixe é rico em ômega 3, que é um componente importante para todos estes processos. Além destes benefícios, o peixe também:

  • É fundamental para a formação da pele, cabelos e unhas, pois é riquíssimo em proteínas, Apresentação sem título (89)aproveitadas quase integralmente pelo organismo;
  • Previne a osteoporose, pois tem boas quantidades de vitamina D e cálcio, que fortalecem os ossos;
  • Combate a anemia, pois é uma boa fonte de ferro e vitamina B12, que são nutrientes importantes para a saúde das células do sangue.

Comer peixe faz bem e, por isso, deve-se consumir peixe pelo menos 2 vezes por semana. A preparação do peixe é também importante para a saúde porque, por exemplo, se for fritar o peixe, ele vai ficar menos saudável porque o peixe frito contém gorduras prejudiciais para o organismo. Desta forma, deve-se dar preferência a peixe grelhado, ensopado ou cozido.

Apresentação sem título (91)

 

 

 

 

 

 

 

Informação Nutricional de alguns tipos de peixes

Calorias Gordura Proteínas
Peixes magros
Bacalhau 73,8 0,20 g 18,00 g
Badejo 96,5 2,75 g 17,94 g
Corvina 100 1,20 g 20,80 g
Dourado 80 0,50 g 18,30 g
Garoupa 87 1,21 g 18,03 g
Linguado 87 0,50 g 19,00 g
Pescada 97 1,30 g 20,00 g
Robalo 72 0,30 g 17,20 g
Cherne 81,4 0,38 g 19,90 g
Truta 89,3 1,67 g 18,49 g
Galo 109 2,70 g 19,90 g
Pargo 97 1,30 g 20,00 g
Peixes gordos
Atum 146 5,20 g 24,8 g
Cavala 138,7 7,10 g 18,7 g
Tainha 173 8,96 g 22,87 g
Salmão 211 13,40 g 22,50 g
Sardinha 124 5,40 g 17,70 g
Bagre 178,2 11,40 g 18,90 g
Cação 129 5,40 g 18,80 g

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Regras para combinar vinho e pratos

O Brasil tem uma enorme costa oceânica, são mais de 8 mil quilômetros que se estendem de norte a sul, em mares de águas quentes e frias, garantindo uma variedade de frutos do mar imensa, em preparações não somente regionais, mas também nas tradições francesa, italiana, japonesa e espanhola.

Dessa forma, combinar peixes e crustáceos com vinhos é um desafio divertido, que pode ser vencido se Apresentação sem título (79)deixarmos de lado as caipirinhas e a cerveja e abraçarmos os belos espumantes, rosés e brancos disponíveis no mercado.

Um dos grandes desafios da harmonização é fazer com que tanto a comida quanto a bebida sejam valorizadas, assim é essencial considerar não apenas o peixe ou crustáceo que será comido, mas principalmente a sua preparação, seu tempero e seu molho, pois muitos frutos do mar têm sabor delicado e sutil e é a preparação que lhes diferencia.

Nas técnicas de harmonização existem algumas poucas regras de ouro, principalmente quando ingredientes de difícil combinação estão em primeiro plano. Um bom exemplo disso são os peixes delicados preparados com alcaparras ou azeitonas; eles pedem um vinho muito específico, o espanhol fortificado Jerez, o vinho ideal para pratos em que o sal se sobrepõe a tudo.

Poucas coisas na vida são mais agradáveis do que sentar-se na beira do mar, sentir a brisa no corpo e saborear um aperitivo. Para essas coisas simples, como camarões fritos, ostras e pequenos peixes empanados, uma boa combinação são os frescos e aromáticos Sauvignon Blancs e os Chardonnays sem madeira.

Outra excelente pedida para acompanhar peixes são os vinhos rosés. 

Uma combinação muito tradicional é a das sardinhas na brasa ou em escabeche que devem ser servidas com um Vinho Verde português, fresco e com boa acidez. A quantidade de mineral presente nesse peixe é de muito difícil combinação com praticamente qualquer outro vinho. A sommeliére carioca Deise Novakoswki, no entanto, sugere uma inovação, um italiano Soave Classico, produzido no norte do país.

 

O salmão, que não é pescado por aqui, se popularizou no Brasil através da culinária japonesa e acabou conquistando paladares, fazendo dele presença constante em muitos cardápios. Quando servido cru, em sashimis, pede a combinação de um espumante Brut, que deverá acompanhar bem todos os pratos da culinária japonesa, inclusive os famosos temakis.

 

Mas, se for cozido, assado ou grelhado, o salmão fará bom par com um rosé de boa estrutura, de Portugal ou até mesmo da Espanha, e com um tinto leve do Novo Mundo, como um Pinot Noir e até um Syrah.

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Benefícios de comer peixe!

As pessoas com mais de 65 anos que comem peixe podem viver, em média, dois anos a mais do que pessoas que não consomem os ácidos-graxos ômega-3 encontrados principalmente nos frutos do mar, sugeriu um estudo de Harvard que analisou dados de 2.700 pessoas com mais de 65 anos.Apresentação sem título (72)

Segundo a pesquisa, pessoas com níveis mais altos de ácidos-graxos ômega-3 também tiveram um risco geral de morrer 27% menor e um risco de morrer de ataque cardíaco 35% inferior ao de indivíduos com as mesmas características, mas níveis sanguíneos da substância inferiores.

Enquanto outros estudos demonstraram um vínculo entre ácidos-graxos ômega-3 e um risco menor de desenvolver doenças cardíacas, esta pesquisa examinou registros de pessoas mais velhas para determinar qualquer vínculo entre o consumo de carne de peixe e o risco de morrer.

Os cientistas analisaram dados de 16 anos de cerca de 2.700 adultos americanos com 65 anos ou mais. Aqueles considerados no estudo não ingeriam suplementos de óleo de peixe de forma a evitar a confusão sobre o uso de suplementos e diferenças na dieta.

As pessoas com níveis sanguíneos maiores de ácidos-graxos ômega-3, encontrados sobretudo em peixes como salmão, atum, halibute, sardinha, arenque e cavala, tiveram os menores riscos de morrer de qualquer causa e viveram, em média, 2,2 anos a mais do que aquelas com níveis baixos das substâncias.

Os cientistas identificaram o ácido docosahexaenoico (DHA) como o mais fortemente vinculado a um risco inferior de doença cardíaca coronariana. O ácido eicosapentaenoico (EPA) foi fortemente relacionado a um risco menor de ataque cardíaco não fatal, enquanto o ácido docosapentaenoico (DPA) foi mais fortemente associado a um risco menor de morrer de acidente vascular cerebral.

peixes-beneficios_vale_esteAs descobertas persistiram quando os pesquisadores fizeram ajustes demográficos, de estilo de vida e dietéticos. “Nossas descobertas sustentam a importância de níveis sanguíneos adequados de ômega-3 para a saúde cardiovascular e sugerem que mais tarde na vida estes benefícios podem na verdade prolongar os anos restantes”, afirmou o principal autor do estudo, Dariush Mozaffarian, professor associado do Departamento de Epidemiologia da Escola de Saúde Pública de Harvard.

“A melhor relação custo-benefício é passar de nenhuma ingestão à ingestão moderada, ou cerca de duas porções de peixes ricos em ácidos-graxos por semana”, disse Mozaffarian.

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Tipos de frutos do mar e seus benefícios

Os frutos do mar são muito saborosos e, inclui-los em sua dieta semanal ajuda a reduzir pela metade as chances de problemas cardíacos. Eles contêm nutrientes importantes, incluindo Omega-3, que é um ácido graxo essencial, que ajuda a manter a saúde cardiovascular. Tipos de frutos do mar e seus benefícios:

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 Ostras têm nutrientes importantes, como zinco – meia dúzia de ostras fornece mais que o dobro da necessidade diária de zinco – e ômega-3, e contêm uma elevada percentagem de proteína baixas em colesterol, também contêm grandes quantidades de tirosina.

Ajudam a melhorar o humor e regular os níveis de estresse e possuem bons níveis de vitaminas A, C e B12 , que são vitais para a energia, e níveis muito bons ​​de cálcio.

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LAGOSTA

A lagosta contém nutrientes tais como a vitamina E, que ajuda a proteger as células de danos por radicais livres, minerais do complexo B e minerais como o iodo e selênio.

Também contém menos colesterol, calorias e gordura saturada, comparadas com as carnes magras ou o camarão, e é uma proteína saudável.

MEXILHÕES

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Possuem vitaminas como A e do grupo B, em especial o ácido fólico e vitamina B12, e minerais tais como selênio, ferro, zinco e iodo, o que é muito benéfico para as pessoas com hipotiroidismo, porque ajudam a produzir tirosina.

VIEIRAS

São uma grande fonte de proteínas e ômega-3, além de frutos-do-mar-tipos-e-beneficios-6conter vitaminas do complexo B e minerais como potássio e magnésio, não têm gordura saturada e são baixos em calorias. Graças à presença de ômega-3, tem se mostrado eficaz para ajudar na saúde do coração, pois reduz o risco de coágulos de sangue e de sofrer com problemas de demência e perda de memória.

 

 

CAMARÃO

O camarão contém frutos-do-mar-tipos-e-beneficios-1zinco, iodo e selênio, este último ajuda a função do sistema imunológico e é vital para a manutenção da função da tiroide.

São ricos em colesterol, mas pobres em gordura e calorias, fornecem cerca de 100 calorias por 100 gramas. Além disso, camarões frescos são ricos em vitamina B12.

Produtos Lapesca: http://bit.ly/1vYyILL

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Aquário do Pantanal

Com inauguração prevista ainda neste ano, o Aquário do Pantanal começa a receber exemplares das mais de 300 espécies previstas para o acervo.

Cerca de 600 peixes de 25 espécies diferentes passam por um processo de adequação – Quarentena -na 177248_IMG_3319g5sssede da Polícia Militar Ambiental (PMA), para posterior transferência para o aquário. De acordo com o diretor da empresa responsável pelo projeto científico, Geraldo Augusto, espécies dos quatro cantos do mundo farão parte do maior aquário de água doce da América Latina.

“As espécies que já estão aqui são, na maior parte, proveniente de doações. Algumas já eram criadas em cativeiro e outras estão vindo da fauna natural. A prioridade é receber as espécies da região e por último receberemos peixes vindos da bacia amazônica e de todos os continentes”, revelou.

Para o processo de adaptação destes animais, uma estrutura de aproximadamente 1,5 mil metros quadrados foi montada na PMA. São 40 tanques, mais três de tamanho maior, que abrigam os animais. ”

Até o momento, são utilizados 130 mil litros de água. A previsão é de utilizar 250 mil litros durante a quarentena e 1 milhão de litros no aquário”, explica o biólogo José Sabino, que coordena os cuidados com os peixes. O aquário deve abrigar espécies raras que necessitam de tratamento individualizado. “Por hora, já recebemos alguns exemplares de Pintados Albinos que são uma raridade na natureza.

Mas ainda deve vir muitas espécies raras e o tratamento de todos os animais passa por um processo minucioso, quase que individual. Verificamos temperatura e qualidade da água. Cada espécie precisa de cuidados diferentes e estamos atentos a isso.

Por exemplo, os animais que saíram da natureza agora, continuam recebendo alimentação natural. Os de cativeiro, são tratados com ração”, completou o biólogo. Conforme a empresa Anambi, responsável pelo projeto científico, nenhum peixe morreu durante o transporte, porém, 15 deles, não resistiram à etapa de quarentena e acabaram morrendo posteriormente.

“São animais de pequeno porte e que, provavelmente já apresentavam algum tipo de enfermidade. Não houve tempo hábil para o diagnóstico, mas a estrutura que temos é suficiente para cuidar da saúde dos peixes”, explicou o diretor Geraldo. Além dois peixes, o Aquário também vai abrigar répteis, especialmente os pertencentes à região do Pantanal.

Estes animais chegam por último, tendo em vista, que a grande maioria já é de cativeiro e eles não precisarão passar pela quarentena. Um novo lote de peixes deve chegar no próximo sábado. Conforme o biólogo, serão feitas remessas diariamente e, dentro de duas semanas, o Aquário do Pantanal já terá recebido pelo menos 70% dos animais.

A inauguração oficial ainda será anunciada pelo governador André Puccinelli (PMDB). Segundo os responsáveis pela quarentena, em aproximadamente 20 dias, todos os animais devem ser acomodados em seus respectivos lugares. No total, o Aquário deve reunir cerca de 12,5 mil exemplares de peixes.

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Como combinar vinho e alimentos?

Nos dias que correm, combinar exclusivamente vinho tinto com pratos de carne e vinho branco com pratos de peixe é extremamente limitativo para quem gosta de acompanhar a sua refeição com um delicioso copo de vinho.

A Lapesca separou algumas dicas para você entender como harmonizar de maneira correta!

Vinho tinto jovem (máximo 3 anos) combina bem com: Apresentação sem título (48)

  • Peixe assado no forno
  • Peixe gordo grelhado (sardinha, truta, salmão)
  • Bacalhau assado com azeite e alho
  • Pratos de peixe com molhos
  • Pratos muito temperados e/ou picantes

Vinho tinto jovem (máximo 3 anos) não combina bem com:

  • Peixe cozido
  • Marisco cozido
  • Mousse de peixe
  • Mousse de marisco
  • Escabeche de peixe
  • Entradas com fruta

Vinho tinto reserva (máximo 7 anos) combina bem com:

  • Carnes magras assadas, estufadas ou grelhadas
  • Massas italianas
  • Arroz de carne
  • Verduras gratinadas
  • Queijos curados de pasta mole

Vinho tinto reserva (máximo 7 anos) não combina bem com:

  • Peixe cozido
  • Marisco cozido
  • Mousse/soufflé de peixe
  • Mousse/soufflé de marisco
  • Peixe em escabeche
  • Espargos
  • Entradas com fruta
  • Queijos frescos
  • Pratos muito temperados e/ou picantes

Vinho branco encorpado combina bem com:

  • Peixe e marisco cozido
  • Pratos de peixe com molhos
  • Peixe assado
  • Peixe frito
  • Peixe gordo grelhado (truta, sardinha, salmão)
  • Bacalhau cozido
  • Bacalhau assado
  • Escabeche de peixe
  • Mousse de peixe
  • Mousse de marisco
  • Arroz de peixe
  • Arroz de marisco
  • Salmão fumado
  • Charcutaria
  • Tortilhas
  • Omeletas
  • Verduras gratinadas

Vinho branco jovem combina bem com:

  • Peixe cozido
  • Marisco cozido
  • Bacalhau cozido
  • Peixe magro grelhado (linguado, robalo, sargo)
  • Mousse/soufflé de peixe
  • Mousse/soufflé de marisco
  • Arroz de peixe
  • Carnes brancas grelhadas
  • Saladas
  • Tortilhas
  • Omeletas

Vinho branco espumante combina bem com:

  • Pratos de peixe com molhos
  • Peixe fumado (salmão)
  • Escabeche de peixe
  • Escabeche de carne
  • Leitão assado
  • Porco assado
  • Frango assado
  • Pato assado
  • Charcutaria
  • Enchidos
  • Queijos frescos

Vinho branco espumante não combina bem com:

  • Peixe cozido
  • Marisco cozido
  • Bacalhau cozido
  • Carne vermelha
  • Queijos curados
  • Queijos azuis

Vinho rosé seco combina bem com:

  • Escabeche de peixe
  • Mousse/soufflé de peixe
  • Mousse/soufflé de marisco
  • Carne magra grelhada
  • Frango assado
  • Escabeche de carne
  • Massas italianas
  • Verduras gratinadas
  • Pratos muito temperados e/ou picantes

Vinho rosé seco não combina bem com:

  • Peixe cozido
  • Marisco cozido
  • Peixe magro grelhado
  • Carnes gordas
  • Queijos curados de pasta mole
  • Queijos azuis

Conheça a Adega da Lapesca: http://bit.ly/1AuQUvV

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Benefícios da Sardinha Portuguesa

De acordo com especialistas, a sardinha é uma fonte de saúde inestimável. Além de rica em proteína, cálcio e vitamina B12, seu consumo auxilia na prevenção de doenças do coração, e é fundamental para a Apresentação sem título (42)memória e os ossos. 

A Sardinha ainda tem a função de prevenção contra a baixa de vitamina D. Essa vitamina está presente em grande quantidade nesse “peixe do povo”. A vitamina D auxilia na absorção do cálcio, e a sardinha também é rica em cálcio. O consumo ajuda na prevenção e também no tratamento de quem sofre deficiência da vitamina D”.

Outro ponto forte desse pescado é o tão falado ômega-3. Muita gente pode estranhar, porque é comum pensar que esse nutriente é típico de peixes de águas gélidas e profundas. E como a sardinha, que aprecia temperaturas amenas, seria tão rica em ômega-3?

Pesquisas mostram que a sardinha passa por várias marés de água quente e fria e usa ômega-3 como combustível energético. Ela não é como os outros peixes, que comem algas para obter o omega-3. É provável que, por isso, ela seja tão rica nesse nutriente. 

Mas qual seria a melhor forma de aproveitar esses benefícios?

De acordo com nutricionistas, é preferível a forma natural do animal. O ideal seria comer o peixe assado, cozido ou grelhado, até três vezes por semana. Entre os benefícios para a saúde estão a prevenção da depressão, doenças do coração, do pulmão e o fortalecimento da memória.

RECEITA
Sardinha assada com crosta de gergelim 

Ingredientes
» 500g de sardinha Lapesca
» Sal a gosto
» 2 limões
» 4 colheres de sopa de ervas secas (salsinha, cebolinha, coentro, entre outros)
» 4 colheres de sopa de gergelim claro ou escuro
» Azeite extravirgem

Modo de preparo
» Limpe as sardinhas tirando suas escamas. Misture em uma vasilha o sal e as ervas secas.
» Regue as sardinhas com o suco dos limões e tempere utilizando a mistura acima.
» Acrescente o gergelim, deixando uma crosta sob as sardinhas. Deixe descansar por cinco minutos.
» Asse por cinco minutos em fogo alto. Acrescente um fio de azeite extra virgem após assado.
» Servir acompanhado de salada de folhas e um purê de batata.

Sardinha Portuguesa: http://bit.ly/1pWylvL

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